Dois mogens e a jovem

MORAL DA ESTÓRIA
Assim, todos sabem que Deus não nos dá fardos maiores que aqueles que podemos suportar, e muitos dos nossos fardos já poderiam estar abandonados em outras curvas da vida, mas nós insistimos em carregá-los.Levamos nossas dores e frustrações ao extremo. Dramatizamos demais,elevamos ao cubo cada dor, cada ofensa, cada contrariedade e por isso, não conseguimos relaxar, perdoar ou mesmo ser feliz, pois o peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.
Neste dia especial, eu lhe convido a uma reflexão: quais são os fardos que você continua carregando e que já não estão mais com você?

Qual é a dor que você anda revivendo e fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar?
Por que você não consegue perdoar quem lhe magoou?
Quantas oportunidades você anda deixando para trás por estar amarrado ao passado?

Desarme-se!
Dos velhos pensamentos, do espírito da revolta, da tristeza.
Hoje é dia de desmontar o velho acampamento do comodismo e seguir adiante na longa jornada que a vida apresenta.
Quanto mais leve a sua mochila, mais fácil a subida rumo a felicidade…


Conta uma lenda, que dois monges que atravessavam uma área deserta quando diante de um rio violento, avistaram uma linda jovem que tentava atravessá-lo sem sucesso.
Um dos monges, não sem dificuldades, atravessou o rio e colocando a mulher em suas costas conseguiu atravessar o rio em segurança.


A jovem abraçou-o agradecida, comovida com o seu gesto e seguiu seu caminho… TEXTO DE Paulo Roberto Gaefke Retomando a jornada, o outro monge que assistiu a tudo calado, repreendeu o amigo,falando do contato carnal que houve com aquela jovem, da tentação de ter aquele contato mais direto com uma mulher, o que era proibido pelas suas leis e durante um bom trecho do caminho, esse monge falou sobre a mulhere sobre o pecado cometido até que aquele que ajudou a jovem na travessia falou:
Querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem e lá eu a deixei, mas você ainda continua carregando-a em seus pensamentos…

AQUI Embora treinados na mesma doutrina, um dos monges largou a jovem do outro lado da rua, o outro a carregou por um dia inteiro.
O bem ou o mal, depositados do outro lado da rua, perdem grande parte do valor que atribuímos a eles.
Quando a depositamos no outro lado da rua lamacenta, a jovem deixa de existir. E não é sábio fazer a caminhada carregando a jovem o dia inteiro

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